DETERMINAR ÁREAS MOLECULARES
O ESMO 2014 trouxe novidades mas também consolidou conhecimentos na área do cancro ginecológico. Segundo a opinião da Dr.ª Deolinda Pereira, no que diz respeito ao cancro do ovário, as novidades vieram "mais uma vez demonstrar que é uma doença heterogénea", salientando a necessidade de individualizar o tratamento e de se exigir um "esforço para determinar áreas moleculares, porque vai ter impacto no tratamento".
INDIVIDUALIZAR O TRATAMENTO
Com alta taxa de mortalidade, o cancro avançado do pulmão esteve em foco nas sessões científicas do ESMO 2014. Segundo as considerações do Prof. Doutor Henrique Queiroga, "individualizar o tratamento de acordo com as características genéticas e moleculares de cada um dos doente e de cada biópsia desses doentes" é o caminho a seguir. Assista ao vídeo.
COMPREENDER A QUIMIOTERAPIA NO FIM DE VIDA
A temática sobre a otimização da terapêutica paliativa nos doentes com cancro esteve em destaque na sessão que decorreu no dia 27 de setembro no ESMO 2014. A Dr.ª Sofia Braga, oncologista em Lisboa, participou neste simpósio e partilha a sua visão relativamente à mesma.
ESMO YO´S MEET THE EACR
Heterogeneidade tumoral e biomarcadores circulantes estiveram em foco na masterclass organizada pelo grupo Young Oncologists da ESMO. A Dr.ª Letícia de Matto-Arruda foi co-chair da sessão "Integrating basic science into clinical research", uma masterclass em conjunto com a EACR - European Association for Cancer Research.