DETERMINAR ÁREAS MOLECULARES
O ESMO 2014 trouxe novidades mas também consolidou conhecimentos na área do cancro ginecológico. Segundo a opinião da Dr.ª Deolinda Pereira, no que diz respeito ao cancro do ovário, as novidades vieram "mais uma vez demonstrar que é uma doença heterogénea", salientando a necessidade de individualizar o tratamento e de se exigir um "esforço para determinar áreas moleculares, porque vai ter impacto no tratamento".
A médica oncologista do IPO do Porto salienta que é necessário trabalhar no sentido de se "pedir, cada vez mais, fatores preditivos da área molecular" para melhor se adaptar o tratamento médico.
Em comentário à presença de jovens internos portugueses com trabalhos no congresso da ESMO, a Dr.ª Deolinda Pereira afirma que esta participação "faz parte da formação do interno", cuja participação nestes congressos de carácter internacional permite "aprender a trabalhar em rede".
Os trabalhos aceites revelam ainda que que Portugal tem "trabalhos de qualidade e que temos números", necessária é a sua publicação.
